quarta-feira, 20 de abril de 2011

O rei do bilhar

Incrivel o que o japona faz numa mesa de bilhar...



segunda-feira, 18 de abril de 2011

Buggy kadron teste da revista 4 rodas

Teste do bugre kadron, revista 4 Rodas n. 136 de novembro de 1971.

Puma gte 1971








Fotos de uma 71 muito inteira praticamente toda original creio que a unica coisa que falta seriam as lanternas rossi nas laterais pois de resto o carro é um espetaculo..

quinta-feira, 14 de abril de 2011

terça-feira, 12 de abril de 2011

Teste daYamaha RD 350 LC





Revista motoshow n. 18 de agosto de 1984.


segunda-feira, 11 de abril de 2011

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Alpine A 110 - Berlineta



















O Alpine A110, também conhecido como "Berlinette", foi um carro esporte produzido pela fabricante francesa Alpine de 1961 até 1977. O A110 foi equipado com vários motores Renault. O Alpine A110 foi apresentado em 1961 como uma evolução do A108. Assim como os outros Alpines vedidos ao público, o A110 usava muitas peças da Renault. Porém, ao passo que o A108 foi projetado sobre a mecânica do Gordini, o A110 utilizava peças do R8. Diferente do A108 que fora vendido primeiro apenas como cabriolet e só depois como coupé, o A110 foi oferecido primeiro como "berlinetta" e depois como conversível. A principal diferença entre ele e o A108 coupé foi a reestilização da traseira em função dos motores maiores, o que deu ao carro um visual mais agressivo. Como o A108, o A110 tinha um chassis de aço com carroceria em fibra de vidro. Esta configuração foi inspirada no Lotus Elan, sendo Colin Chapman uma grande fonte de inspiração para os designers da Alpine na época. O A110 foi originalmente disponibilizado com os motores 1.1 L R8 Major ou R8 Gordini (sem relação com o carro de mesmo nome vendido no Brasil). O motor Gordini desenvolvia 95 cv SAE à 6500 rpm. O A110 conseguiu muito de sua fama no início dos anos 1970 como om voraz carro de rally. Após várias vitórias em rallyes na França no final dos anos 1960, com os motores de bloco de ferro R8 Gordini, o carro recebeu o motor com bloco de alumínio do Renault 16 TS. Com dois carburadores de corpo duplo Weber 45 o motor TS desenvolvia 125 cv DIN à 6000 rpm. Isso permitia o 1600S de produção a chegar à máxima de 210km/h.






O A110 recebeu várias motorizações.


Especificações A110 Berlinette (1966) Motor: Renault 1108 cc Straight-4Potência: 98 cv SAE (73 kW) brutos; taxa de compressão 9.6 Peculiaridades: devido ao motor montado na traseira, não havia grade frontal, sendo o ar puxado debaixo do chassis ( aqui no brasil chamado de mata frango) e liberado por aberturas quase horizontais nos para lamas traseiros, sobre e por trás das rodas traseiras.




Especificações A110 1600S (1970-1973) Motor: Renault 1565 cc4 cilindros em linhaPotência: 138 cv SAE (103 kW) brutos (125 PS DIN (93 kW)) TransmissãoTransmissão: 5-velocidades Manual Chassis/CarroceriaChassis: estrutura de açoCarroceria: Fibra de vidroPeso: 620 kgComprimento: 4.039 mLargura: 1.501 mEntre eixos: 2.271 mBitola (Dianteira/Traseira): 1.250 m/1.219 m PerformanceVelocidade máxima: 210 km/h (130 mph) 0-100 em 6.3s





O nosso willys interlagos era fabricado em 3 versões: berlineta,cupe e conversivel e era copia do Alpine A 108, usava a mecanica do gordine e tinha 3 tipos de motores 1093 ( 850 cc ) 904cc e o famoso 1000 cc que tinha 2 versões de rua e pista.



Piloto de rally da subaro

Ta certo que o carro é de ponta mas o cara toca muito e da um verdadeiro show de pilotagem ....

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Preço da gasolina.

l

Teste da moto Amazonas 1600.






Teste da moto amazonas 1600 cc feito pelo Expedito Marazzi para a revista MOTOR 3 n. 35 o mais interessante sobre esta moto com motor de fusca-ar 1600 é que ate para o Japão ela foi exportada na epoca, quantas ainda existiram funcionando hoje em dia ?
,

Baja bug menon

Revista MOTOR 3 n. 49, diga-se de passagem uma das melhores se não for a melhor revista sobre automobilismo e etc. feita no Brasil, tambem com o time de consultores que ela tinha do tipo Expedito Marazzi, Jose Luiz M. Vieira e outros do mesmo naipe não poderia ser de outra forma, uma pena que tenha acabado.




Revista MOTOR 3 n. 49, diga-se de passagem uma das melhores se não for a melhor revista sobre automobilismo feita no Brasil.


Baja bugs ou fusca off-road







Reportagem da revista Motor 3 n. 35.